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11 de abril de 2014

Conheça as cinco mentiras que o Pecado conta


MENTIRA: Este é um pecado tão pequeno, insignificante! Não é realmente grande coisa aos olhos de Deus.

VERDADE: Todo pecado é uma terrível ofensa a Deus. O pecado é a soma de todos os males, o oposto de tudo que é bom, santo e belo. Até mesmo o menor dos meus pecados exigiu a morte do Filho de Deus. Não existe isso de pecadinho. Todo pecado é uma traição cósmica.

MENTIRA: Eu vou ceder ao pecado desta vez, aí acaba. Eu só preciso tirá-lo do meu sistema.

VERDADE: Toda vez que caio em um pecado torna-se mais difícil quebrar o poder desse pecado. O pecado tem uma maneira de afundar seus ganchos farpados profundamente em meu coração. Eu não posso simplesmente pecar e depois me afastar ileso. Quanto mais eu ceder ao pecado, mais enredado eu fico. O pecado sempre deixa cicatrizes.

MENTIRA: Este pecado é parte de quem eu sou. Eu sempre luto contra isso e eu sempre vou pecar dessa forma.

VERDADE: O pecado não define a minha identidade! Eu sou uma nova criatura em Cristo. Cristo me libertou do poder escravizador do pecado. Eu definitivamente não tenho que obedecer às paixões pecaminosas que surgem em mim. Talvez eu tenha que lutar contra isso para sempre, mas o meu passado não define o meu futuro.

MENTIRA: Eu preciso cair nesse pecado para ser feliz.

VERDADE: O pecado nunca fornece a verdadeira felicidade. Ele promete doçura, mas em ultima instância oferece uma carga de destruição, insatisfação, relacionamentos arruinados e dureza de coração.

MENTIRA: Deus quer que eu seja feliz, por isso está tudo bem cair em pecado.

VERDADE: Deus quer mesmo que eu seja feliz. No entanto, a minha felicidade só crescerá tão alto quanto a minha santidade. O pecado, por fim, corrói e destrói a verdadeira santidade e verdadeira felicidade.

Por Stephen Altrogge. © 2013 The Blazing Center. Original: Five Lies Sin Tells Me
Tradução: Josie Lima | Reforma21.org. Original: Cinco mentiras que o pecado me conta

6 de abril de 2014

Vingança: laço do Diabo

"Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas"
Mateus 10.16 b.

Por Eliseu Antonio Gomes

Algo extremamente óbvio deveria sempre estar esclarecido aos cristãos: as pessoas que alimentam maldade no coração sofrem mais.

"E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar" - Gênesis 4.6-7.

Quando surge a discórdia

"Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno - Mateus 5.22.

"Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor" - Romanos 12.19.

 "Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo" - Hebreus 10.30.

Deus tudo vê e não está de braços cruzados, Ele é o Protetor dos injustiçados. A desforra só pertence ao Senhor, porque só Ele é justo.

É triste observar que alguns cristãos adotam ações más porque foram vítimas da maldade alheia. Vítima de indivíduos maus eles também se tornaram pessoas más, sem conseguir enxergar em que tipo de gente ruim se transformaram. Interpretam a reação humana da contenda como algo natural, quando é um processo espiritual diabólico, que aprisiona ofensores e ofendidos para que percam o dom da salvação.

Os humildes e os  irreconciliáveis

"Bem aventurados os pacificadores" - Mateus 5.9.

É importante viver como agente promotor da paz, porém, nem sempre é possível promovê-la. Paulo escreveu "se possível tende paz com todos", porque encontramos em nossas relações interpessoais pessoas duras de coração, irreconciliáveis, e diante de gente assim a única alternativa para encontrar a tranquilidade é afastar-se delas (Romanos 1.31; 2 Timóteo 3.3).

Nos laços de relacionamentos com o próximo jamais devemos nos humilhar. Humilhar-se diante dos homens jamais será sinal da humilde que o Senhor pede que os cristãos pratiquem, mas traços negativos de fraqueza de caráter, conduta de bajulador e de falta de coragem (Provérbios 24.10; 2 Timóteo 1.7).

Na Palavra de Deus, está muito claro que o crente deve humilhar-se apenas a Deus, e não ao semelhante (1 Pedro 5.6; Tiago 4.10).

Priorize a paz

"Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus" - Mateus 5.9. Não é a vontade do Senhor que o cristão viva em briga contra o próximo, só quem investe em que haja relacionamentos de paz são considerados filhos de Deus.

"A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" -  Provérbios 15.1. Não pense que pelo fato de você renunciar ao desejo de dar uma resposta carnal aos que lhe prejudicam estará em desvantagem, é exatamente o contrário! Toda a vantagem reside na vida daqueles que escolhem caminhar no Espírito, tal caminhada alegra a Deus e a alegria do Senhor gera na vida do caminhante espiritual força para vencer (Neemias 8.10).!

"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira" - Efésios 4.26. Quando  o desejo de vingança por iniciativa própria domina a vida da pessoa, contamina a alma dela e faz com que o ressentimento destrua sua comunhão com Deus e a própria paz de espírito. É importante em meio ao atrito esforçar-se para não perder o controle emocional e esforçar-se para nunca guardar mágoas no coração.

A justiça divina

 "Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas" - Romanos 4.7 a.

Quando somos empurrados a entrar no círculo vicioso de responder o mal com o mal, precisamos tomar a decisão de apresentar o coração abalado para Deus, mostrar a Ele a tentação indutora ao  abandono da prática do amor ao próximo, e pedir que nos permita ver como Ele trata de nossa alma ferida com justiça.

O verdadeiro inimigo do ser humano não é o ser humano. A batalha do crente é contra Satanás e suas hostes infernais (Efésios 6.12). Então, se tentados e vencidos pela tentação de vingar-se contra alguém que comportou-se de maneira indesejável, é necessário mudar de atitude urgentemente, pois o convite de Cristo conclama ao arrependimento do pecado cometido.

Ao confessar a Jesus o erro e ter a disposição de não mais praticá-lo, indo também pedir perdão aos que fizemos maldades, alcançamos a misericórdia divina (Provérbios 28.13; 1ª João 1.9).

O coração de Deus em favor e contra o coração do ser humano

Deus é justo, e no exercício da justiça divina Ele nos trata exatamente como tratamos o próximo. Só quem possui disposição para perdoar recebe o perdão divino, e apenas quem é misericordioso para com os outros é alvo da misericórdia do Senhor.

"Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso" -  Lucas 6.35-36.

"Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia" - Mateus 5.7.

"Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo" - Tiago 2.13.

E.A.G.

Postagem original publicada no blog Belverede .

25 de março de 2014

Razão, romantismo e fé - Para entender o mundo moderno

Ronaldo Lidório

http://www.ultimato.com.br/


Tão importante quanto saber o destino da estrada é entender o significado da caminhada.

Faço parte de uma geração profundamente influenciada pelo racionalismo e romantismo. O racionalismo, marcado pelos avanços do conhecimento humano nos últimos 200 anos, tenta nos convencer que tudo pode ser explicado intelectualmente. Todos os mistérios podem ser desvendados e aquilo que não se pode provar não possui valor. O racionalismo desenha uma linha imaginária entre os que reconhecem apenas a razão e aqueles que buscam o significado da vida. Os primeiros se veem como racionais e apontam os outros como ingênuos. 

De certa forma podemos pensar que o racionalismo é a morte da esperança. Ao reconhecer que nossa vida não passa daquilo que podemos plenamente explicar, perdemos de vista a possibilidade de nos encantarmos com o inexplicável que nos tira as palavras e o fôlego. Ao usar a razão como único crivo para as experiências da vida, reduzimos a vivência humana às combinações químicas do cérebro e biológicas do ambiente perdendo, assim, o anseio pela relação com o a força mais transformadora – o amor – e Deus, aquele que primeiro nos amou. Ao resumirmos a história aos fatos palpáveis nos perdemos na própria história. Olhamos, analisamos e explicamos a humanidade, mas sem enxergar a vida.

O romantismo é uma influência quase antagônica ao racionalismo cientificista, porém ao mesmo tempo o complementa na construção da nossa sociedade e da corrente visão de mundo. O romantismo não é esperança, mas aparência de esperança. Não é alegria, mas imagem de alegria. É a busca por uma vida ideal, idílica e perfeita, portanto puramente imaginária. Todos os aspectos da sociedade estão influenciados pelo romantismo. A vida que se almeja nunca é a sua – real – mas a outra. Não há contentamento, mas desejo. Não há satisfação, apenas busca. A família ideal é uma imagem vista em anúncios onde todos sorriem, estão sempre em movimento, o clima é perfeito, todos são belos e se divertem exaustivamente. Eles não são uma família, mas uma ideia. E esta ideia de perfeição tem como missão tornar todas as vidas potencialmente insatisfeitas com o que são e o que tem. É a morte do contentamento e a justificativa das insatisfações. 

O romantismo colabora para a construção de uma sociedade hedônica – onde todos buscam o prazer – e narcisista – que cultua o belo. O racionalismo colabora para que esta sociedade seja também materialista – valorizando apenas o que se vê – e triunfalista – definindo a vida pelos rasos critérios do sucesso público, tangível e contábil. Busca-se uma roupa nova como quem busca o ar que respira. O novo aparelho eletrônico não é apresentado como uma utilidade para o homem, mas como significado para a vida. Coisas triviais e desnecessárias passam a ter maior importância que o real sofrimento humano, a injustiça social, o desespero da alma e os valores da vida. Se o racionalismo mata a esperança, o romantismo faz nascer a futilidade. 

É justamente nesta sociedade cada dia mais melancólica e rasa que Jesus lança o mais fascinante convite: siga-me! Não é um convite solto no ar ou palavra de um guia que simplesmente aponta o rumo, mas uma chamada ao relacionamento. 

O convite de Jesus não promete os prazeres hedônicos, as fenômenos narcisistas, as futilidades materiais ou os aplausos triunfalistas. É um convite que anda na contramão das propostas irrecusáveis da sociedade moderna, pois é precedido por “negue-se a si mesmo” e “tome a sua cruz”. Não nos convida a uma simples caminhada, mas a um coração transformado. Não é um passeio de fim de tarde, mas o início de um relacionamento eterno. 

Possivelmente as três convocações mais enfáticas de toda a Bíblia sejam: amar a Deus, amar ao próximo e fazer discípulos. É na caminhada, seguindo a Jesus, que estes fenômenos acontecem. Passamos a aprender a amar Deus, que primeiro nos amou; começamos a ver os que estão ao nosso lado com olhos de interesse, compaixão e fascínio; passamos a fazer discípulos para que todos nos pareçamos mais com Jesus. 

A caminhada de Jesus não apenas propõe o rumo, mas expõe o significado da vida ao longo do percurso. É no caminho que nossos olhos se abrem e um relacionamento muito além das limitadas propostas racionalistas e românticas se apresenta. É um relacionamento perceptivo, mas além da nossa compreensão. É visivelmente transformador, mas não possui uma fonte mensurável. É resultado de fé, mas dá significado à própria matéria. Não é racionalista, mas confere sentido racional à existência. Não é romântico e fantasioso, mas real e libertador. Não é um encontro com seu próprio ‘eu’, mas com o próprio Criador. 

Observe que o primeiro passo para este relacionamento não é dado por nós, mas pelo que nos convida. Ao ouvir a sua voz... siga-o. Se estiver em outro caminho... volte.

“E Jesus dizia a todos: se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Quem quiser salvar a sua vida, a perderá. Mas quem que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará”. (Lucas 9.23-24).

13 de março de 2014

Pakau - a chamada, o preço e a recompensa

Kelem Gaspar

Esse livro retrata minhas lutas e vitórias no campo missionário, mas acima de tudo é um livro que fala que os milagres de Deus ainda são presentes na vida daqueles que creem. Todo o livro brada que Ele Vive!. 

Você pode depositar R$ 20,00 no Banco do Brasil, Ag 1436-2, cc 6993-0 ou no Bradesco, Ag 0697-1, cc 0523.164-7. Depois, me manda uma mensagem ou e-mail com o comprovante e seu endereço completo com CEP para missgaspar@ig.com.br. Mandarei o livro autografado! Ou, se preferir, compre-o em uma livraria CPAD próximo de você!

Se fizer sua compra diretamente comigo, peço atenção para que você diga no e-mail qual livro prefere, pois lancei dois, o outro é: Segredos da Obra Missionária

Adquirindo-o, você está ajudando o nosso trabalho missionário aqui em Maracanã.

Fonte: Missionária Kelem Gaspar - Um blog missionário de verdade

19 de fevereiro de 2014

Álcool versus fruto do Espírito

A bebida alcoólica rouba o domínio próprio de quem a ingere e causa muitos outros males.

"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei" - Gálatas 5.22-23.


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