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29 de maio de 2008

Jesus is The Rock (Rocha)

Baterista do Iron Maiden fala sobre sua conversão
Whiplash.net

Seguem abaixo trechos de uma entrevista realizada por Geoff Martin, do site Canada.com, com Nicko McBrain, baterista do IRON MAIDEN:

Sobre a sua conversão ao Cristianismo, que ele diz que aconteceu em 1999: “A pergunta mais comum que as pessoas sempre fazem é, ‘Como você pode tocar ‘Number of the Beast?’ Bem, espera aí, é apenas uma história. Se você olhar no Livro das Revelações, vai estar tudo lá, toda essa raiva, todo esse negócio. E isso, foi uma música escrita a partir de um pesadelo que Steve teve.

“E a minha opinião é que um dos maiores truques que o Diabo já fez é fazer você acreditar que ele não existe. Eu posso dar um tapinha no ombro das pessoas e falar, ‘Eu não estou glorificando-o – se eu estivesse eu não seria Cristão.”

“Pois eu entendo, e a maioria dos Cristãos entendem, que o pecado é o domínio do Diabo e o último pecado é a morte, mas nós temos um caminho a ser seguido, e é aí que a fé e o Cristianismo entram em cena. Algumas vezes eu já tive a oportunidade de conversar com as pessoas sobre a minha fé e sobre o que eu sinto, e talvez esta seja a maneira que o bom Deus esteja trabalhando comigo.”

“Por ainda ser possível estar em uma banda tão grande, onde pessoas pensam que somos demoníacos ou Satânicos, a maioria das pessoas que nos conhecem e possuem um mínimo senso e inteligência, sabem que isso não é verdade. Não é necessário ser um Einsten para escutar os nossos álbuns e escutar as letras das músicas para entender o que está acontencendo.”

“Okay, então Eddie é o mascote da banda, certo? E ele é... meio que... bem, ele é um demônio, você sabe! Ele é o que você quer que ele seja, entende? Digo, escute isso, olhe para o número da Besta, aqui está ele, o mascote do Demônio! Mas você sabe, nós não estamos glorificando Eddie como um demônio. Ele é apenas.... um personagem de desenho.

“Mas pessoas podem olhar e falar, ‘espere um minuto, Nicko, como você pode dizer que é Cristão, e estar tocando numa banda que tem esse tipo de coisa acontecendo?

“Quando você se torna Cristão, você não se torna livre dos pecados, a idéia é pecar o menos possível. Somos todos pecadores, nunca estaremos limpos até o dia que o bom Deus estará na nossa frente para nos julgar. Eu tento viver a minha vida, eu realmente caio as vezes, e o ocasionalmente eu caio muito profundamente e eu tenho que me ajoelhar e implorar por perdão. Não é uma coisa fácil, não é para ser mesmo.”


Sobre um suposta tentativa de converter os seus amigos de banda para a sua fé: “Nós já tivemos algumas incríveis conversas bem profundas entre nós. Não posso dizer a você que estou tentando converter todos esses caras da minha banda para serem Cristãos. Eu os estou levando pelo meu caminho, e se eles escolherem seguir os planos de Deus como está na Bíblia, isso é por conta deles. Eu digo para todos eles, entende, na minha crença, no momento, se você se vira para o salvador Jesus Cristo, você terá uma vida eterna no Céu com ele!... Nós não falamos sobre isso todas as vezes que estamos juntos, mas já tivemos algumas incríveis conversas durante esses anos.”

“Eu realmente rezo para o Senhor por ainda ser possível estar nessa banda, e as bênçãos que nós todos temos por poder fazer esse tipo de música, e ainda estar por aí virando a cabeça de garotos que falam, ‘Cara, esses caras podem tocar! Eles podem ser uns velhacos, mas escute isso!”.


Stryper: "Deus me dizia para sair", diz ex-baixista

Traduzido por
Monica Fontes / Whiplash.net

O ex-baixista do STRYPER, Tim Gaines, reservou um pouco do seu tempo para responder 50 perguntas feitas pelos fãs. Ele fala desde a sua saída do grupo até os projetos atuais e seus planos futuros.

Por que você deixou o STRYPER?

Tim: "Várias razões me levaram a isto... Conflitos internos, falsas promessas, desunião da banda, diferenças musicais, de personalidade e espirituais, etc... Durante a turnê de 2003, fiquei chateado com algumas coisas que estavam começando a me incomodar. Uma questão que persistia há anos em minha mente era: 'Deus realmente quer que sejamos rock stars?' (Idolatria é um pecado). Nós estávamos lá para sermos exaltados pelo que Deus estava fazendo? Nós realmente levamos as pessoas ao conhecimento salvador de Jesus Cristo ou só fazemos o show e recebemos a glória por nós mesmos? Durante aquele período, perdi o interesse em fazer shows e só tocava em cultos para Deus e rezava pela Sua proteção. Pude ouvir Deus falando comigo em cada noite no palco e dizendo que meu tempo aqui estava quase acabando. Depois que a turnê acabou, alguns eventos acontecerem e decidi deixar a banda. Tivemos uma reunião e dei a notícia ao STRYPER".

Você se arrepende de ter saído?

Tim: "Não. Dediquei 21 anos da minha vida ao STRYPER. Tivemos um ótimo período nos anos oitenta. Às vezes eu gostaria de passar um tempo com eles. Sinto muita falta deles e tenho muito carinho por todos. Mas também estou tendo sucesso com algumas coisas minhas e estou indo bem".

O que você pensa do atual baixista, Tracy Ferrie?

Tim: "Pelo que eu sei, ele parece ser uma ótima pessoa e um grande cristão. Ele é um baixista fenomenal e tem uma boa presença de palco. Pelo que eu ouvi, os fãs o adoram".

Você ainda é amigo dos outros membros da banda e mantém contato com eles regularmente?

Tim: "Sim, ainda sou amigo deles. Falo sempre com Oz e nos encontramos quando estamos na cidade. Considero Oz como um dos meus melhores amigos. Falo com Michael regularmente e rezo por ele e sua família. A única pessoa com quem não tenho contato é Robert. Não falo com ele desde que deixei a banda. Espero que isso mude logo".

Você já pensou em trabalhar com o STRYPER novamente? Caso negativo, o que acha de participar em uma das apresentações no futuro?

Tim: "Se Deus me abrisse a porta para trabalhar com o STRYPER de novo, é claro que eu iria. Mas desde que Ele estivesse coordenando. Ainda tenho o meu baixo preto e amarelo e o meu spandex... Vai acontecer? Não sei. Obviamente, eles precisariam me consultar. Sei que muitas coisas mudaram na banda desde a minha saída, então quem sabe? Eles estão vivendo muito bem sem mim".

Quem é, ou foi, sua maior influência na carreira?

Tim: "Eu cresci ouvindo o pop dos anos 60 e 70. As canções daquela época me influenciaram mais que qualquer coisa. No início dos anos 70, estava muito ligado em ELTON JOHN e queria ser pianista, mas descobri que, o que realmente me atraía, eram as linhas de baixo de suas músicas. O baixista do Elton era o Dee Murray e foi quando eu realmente me interessei pelo baixo. Outras grandes influências foram Geddy Lee, do RUSH; John Deacon, do QUEEN; John Paul Jones, do LED ZEPPELIN; Craig MacGregor, do FOGHAT; e mais tarde Jaco Pastorious, Jeff Berlin e muitos outros.

Como você lida com as tentações na estrada (sexo, drogas, bebida, etc)?

Tim: "Lido da mesma forma como se estivesse em casa e tento viver da melhor maneira que posso e que acho válido... Tenho uma linda esposa a quem amo muito e valorizo mais a nossa relação do que o prazer de uma noite. Prefiro ser racional a me drogar ou ficar bêbado em algum lugar. Tento viver sob o padrão de Deus e não sob o padrão do mundo, que é: 'Se isso lhe parece bom, faça'".

26 de maio de 2008

[Ana Valadão]

O Ministério de Louvor Diante do Trono foi homenageado no Programa Raul Gil, da Rede Bandeirantes de Televisão, no quadro “Homenagem ao Artista”.

[Assista]

[Aníbal Pereira dos Reis]

Aníbal Pereira dos Reis, falecido em maio de 1991 foi padre católico, teólogo e pastor batista. De personalidade polêmica, e devido à sua formação como sacerdote católico e posterior adesão ao protestantismo, tem sido aclamado como herói para evangélicos conservadores e herege e apóstata para católicos.

Dedicou grande parte de seu ministério como pastor e ex-padre, escrevendo livros refutando as doutrinas católicas.

Seu livro sobre "Aparecida" obteve grande repercussão e gerou muita polêmica quando lançado.

eBooks

24 de maio de 2008

Yoga cristã?


Nestes últimos tempos, alguns autores católicos vem propagando a idéia de que a yoga pode ser usada para nos revelar e/ou aproximar mais de Deus. É a velha falácia da contemplação... E muitos no Ocidente (cristãos ou não) crêem que a yoga pode ser dissociada de seu teor religioso, tornando-se apenas um tipo de 'exercício' para a mente e corpo. Será? Vejamos o que Dave Hunt tem a dizer sobre o assunto:

"O iogue Bhajan morreu em 6 de outubro de 2004. Em 5 e 6 de abril de 2005, a Câmara e o Senado dos EUA, respectivamente, aprovaram por unanimidade uma moção conjunta homenageando o falecido líder sique por seus “ensinamentos [...] sobre o Siquismo e a yoga [...]”. A yoga está no cerne do Hinduísmo, e o Siquismo é como uma “denominação” dentro do Hinduísmo.

Em 11 de maio de 2005, o Capitólio ofereceu uma recepção especial para comemorar a resolução do Congresso. Entre os presentes estavam senadores e deputados dos EUA, funcionários do Departamento de Estado, representantes do governo da Índia, dignitários, autoridades e seguidores da doutrina sique [...]”. O comunicado à imprensa declarava que o iogue Bhajan havia melhorado a vida de milhares de pessoas “através de seus ensinamentos sobre a yoga e o Darma sique”.[1] Fundador da organização 3HO – Happy, Healthy, Holy (“Feliz, Saudável, Santo”) – ele ensinava que essas três qualidades da vida podiam ser alcançadas através da prática da yoga (A verdade sórdida é bem diferente disso, como mostraremos através de documentos no livro “A Yoga e os Cristãos”).

A base da técnica de yoga de Bhajan era o mantra “Sa-Ta-Na-Ma”, repetido de forma precisa durante a prática diária da yoga: “projetado mentalmente da parte superior traseira da cabeça, para baixo, e depois diretamente para fora através do terceiro olho [...] entre as sobrancelhas e a base do nariz [...]. Segundo o iogue Bhajan, “aplicando essa técnica, você pode conhecer o Desconhecido e ver o Invisível. Se você passar duas horas por dia em meditação, Deus meditará em você o resto do dia”.[2] É claro que só temos a palavra dele de que isso é verdade.

Continue a ler este artigo (e conheça surpreendentes revelações sobre este tema); clique aqui.

18 de maio de 2008

É PRECISO AGIR

É PRECISO AGIR IV

Uma noite vieram

E começaram

A dizer na TV que

todo pastor é ladrão,

e não fizemos nada.


Na segunda noite

A própria justiça veio

E mandou arrombar a porta

Da igreja para um casamento,

E não dissemos nada


Na Terceira noite

Os autores de novelas

nos rotulam como

Bandos de loucos e inquisidores

E continuamos aceitando tudo


Até que um dia

Depois de tanta omissão

Nossos próprios filhos

Nos aconselham a calar a boca

Porque aprenderam a ser omissos

conosco!


E porque nunca protestamos

e nossos pastores sempre ficaram calados

Agora somos motivos de chacotas e preconceitos

e corremos o risco de trasmitir às novas gerações

que somos cidadãos de quinta categoria

e que ser crente é não ter nem dignidade, nem cidadania.

Vamos continuar calados?


Pr. João Cruzué





http://olharcristao.blogspot.com
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