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7 de abril de 2012

Joyce Meyer, que já foi abusada sexualmente, fala sobre livrar-se da culpa e da vergonha do passado


Muitas vezes a ruína das pessoas, é lembrar-se de seu passado e viverem escravas de culpas e vergonhas. Como livrar-se disso?
A famosa evangelista Joyce Meyer falou em uma de suas palestras nesta sexta-feira sobre livrar-se da culpa e da vergonha do passado, trazendo à tona seu próprio passado quando foi sexualmente abusada por seu pai.

Citando Hebreus 6:1 (“Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus”), ela diz que obras mortas é culpa.

“E culpa é a nossa maneira de tentar pagar de nosso modo aquilo que fizemos errado”, explica a evangelista.

Meyer, mesmo sabendo que para alguns a mensagem de redenção é muito profunda e às vezes difícil de entender diz, “mas se a transgressão foi removida como você pode permanecer culpado?”

Há pessoas que ficam viciadas na culpa, segundo ela. “Eu não me sinto correta se eu não me sentir errada...”

“Mas você pode sentar-se à mesa do Rei mesmo que você ainda sinta coisas erradas em você. Você pode sentar-se à mesa do Rei, mas você deve estar disposto a levantar-se e tomar o seu lugar”, disse ela à sua grande audiência.

Meyer ressalta que Deus muitas vezes quer te dizer “saia debaixo da mesa e pare de agir como se você não merecesse.”

O acusador, diz ela, é Satanás, e os Cristãos tem que ser capazes de dizer quando recebem acusações dele, que “isso não é da sua conta”.

Meyer relembra um duro período de sua vida em que ela sentia-se mal porque seu pai havia abusado dela sexualmente. Ela tentou muitas coisas depois para livrar-se disso, mesmo em sua vida espiritual, mas sentia que quanto mais fazia pior ficava.

“Eu era uma problemática antes da salvação e então depois eu era uma salva problemática. A pior coisa do mundo é não ser salvo." Então ela relembra os Cristãos e ressalta sobre a salvação. "Mas a pior coisa do mundo é ainda ser salvo e não apreciar isso”.

Assim, Meyer encoraja a todos a apreciarem dessa abundância da vida e ter mais paz. “Como você pode desfrutar de sua vida, se você nem mesmo se ama? Deus criou a você e você tem que amar o que ele criou.”

“Deus conhece o seu coração. Se você quer fazer certo e está fazendo tudo para crescer, então Deus conhece o seu coração, e vai te ajudar a te colocar onde você quer estar,” motivou a evangelista

Fonte: Christian Post 

27 de março de 2012

Evangelização por Proximidade - Rubem Amorese



Rubem Amorese

Deus estava, em Cristo, evangelizando o mundo. Esta boa nova, certamente, não era desconhecida, insuspeita; já havia sido profetizada muitas vezes e de diversas maneiras. A encarnação aconteceu na história, resultado de muita preparação; na plenitude de tempos e movimentos de homens, anjos e do próprio Deus.
Entretanto, Deus estava, agora, consumando seus propósitos, concebidos em tempos imemoriais. Oferecia-nos a sua reconciliação, a sua paz, por meio do estreitamento dos laços, da proximidade, de gestos de amor dadivoso.
Sim, agora seu método seria o de se fazer um conosco, por meio de seu Filho, achado em figura humana. Emanuel. As distâncias insuportáveis a quem ama foram eliminadas e o único imponderável seria se lhe permitiríamos tal proximidade, se o aceitaríamos em nossos espaços íntimos, se o receberíamos em nossas casas.
Talvez fosse esperar demais de gente que lhe dera tantas provas de soberba e independência. Seríamos capazes de abrir mão da nossa aparente autonomia para aceitar seu senhorio? Não seria esse um plano destinado ao fracasso? Não haveríamos de rejeitá-lo para preservar nosso maior tesouro, o nosso ego?
Sim, talvez fosse um plano maluco. Entretanto, há que se considerar o amor com o qual nos amou. Um amor tal que o moveu a dar-se. E assim fez. Vimos o menino, conhecemos o homem e contemplamos a cruz. Nela estava a prova cabal desse amor quase incompreensível. Se considerarmos as perspectivas de reciprocidade, as chances eram pequenas.
Deus estava, em Cristo, evangelizando o mundo.
Contudo, assim foi e assim se fez. E o que os nossos olhos viram, e as nossas mãos apalparam, isso nos transtornou. Como que por milagre, trouxe-nos nova vida. Porque ouvimos palavras de vida, porque nele estava a vida, sua luz nos iluminou. E isso quisemos anunciar.
Entretanto, se é assim o caminho da evangelização, e se aceitamos o encargo de sermos seus ajudadores, por que o fazemos tão à distância? Por que permitimos as separações físicas e emocionais que nos afastam do modelo? É bem verdade que as cartas, os livros, os sermões para as multidões e outros meios não foram invalidados. Serviram e servem ao propósito reconciliador. Porém, ficou provado que, se eram necessários, não foram suficientes. Foi preciso encarnar. A encarnação, essa sim, se mostraria necessária e suficiente.
Onde tem origem toda essa saga? No coração paterno amoroso e sacrificialmente dadivoso. Um coração disposto ao que for necessário para salvar alguns. Lavar pés, se preciso; enfrentar a morte, certamente (ambos foram requeridos).
Talvez a nossa preferência pela isenção afetiva esteja relacionada a uma equivocada percepção do Natal. E nossa imitação se enfraquece, pois já não sabemos ou não queremos amar como ele amou. Talvez já não compreendamos o quão essencial é o pulsar do coração por proximidade pessoal, por intimidade, para a evangelização evangélica.
Onde encontrar o ensino sobre uma atitude tão altruísta, profunda, integral? Examinemos, cuidadosamente, o Natal e a Páscoa. Esses eventos nos falam do amor de Deus em ação entre os homens.

23 de março de 2012

JESUS É QUEM DISSE QUE É - Billy Graham



por Billy Graham

Porque será que o Cristianismo é diferente de todas as outras religiões no mundo? A resposta centra-se na Pessoa de Jesus Cristo. Jesus, Filho de Deus o Pai e Segunda Pessoa da Trindade, é a figura central da nossa Mensagem evangelística.

Hoje, muitas vozes fazem outras reivindicações. Os ateus dizem que Deus não existe. O politeísmo permite que Jesus seja um de muitos deuses. Quando fui pela primeira vez a países do Extremo Oriente, tive de aprender que quando convidava as pessoas a receberem Cristo como seu Salvador, tinha de deixar claro aos meus ouvintes que eles estavam a abandonar os seus deuses aceitando o Deus verdadeiro e vivo conforme revelado nas Escrituras. Nós, como “embaixadores de Cristo” , ousadamente ecoamos a soante convicção do Apóstolo Pedro quando afirmou “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." O título Cristo significa “ungido.” Na língua grega é o termo usado para a palavra hebraica antiga Messias, o ungido que Deus enviaria para salvar o Seu Povo. Pedro e alguns dos seus companheiros judeus, os primeiros crentes da Igreja Cristã primitiva, reconheceram Jesus Cristo como o Messias prometido no Antigo Testamento. Esse período na História Mundial foi desencorajador e de desespero. O Messias prometido brilhava como um farol na escuridão e a Sua luz nunca enfraqueceu. “A Vida estava Nele, e a Vida era a Luz dos homens… a verdadeira Luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo Homem.”

Hoje, quando os líderes mundiais se debatem com problemas aparentemente inultrapassáveis, à medida que nuvens de tempestade se juntam à volta do Globo, esta escura e ameaçadora situação simplesmente acentua o brilho daquele que proclamou “eu sou a Luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a Luz da vida.” . Ele é “…o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” . Ele é o Messias prometido do antigo Israel. Ele é a Esperança para os que não têm esperança, gentios desamparados – o que inclui a maioria da população mundial, seja ela africana, asiática, americana ou europeia.

Em todo o meu ministério evangelístico nunca senti a necessidade de “adaptar” Jesus às diferentes nacionalidades, culturas, tribos ou grupos étnicos a quem preguei. Mas aceito a contextualização. Tento usar ilustrações ou enfatizar certas verdades de maneira a ajudar uma audiência específica a compreender o Evangelho de uma forma mais clara tendo em conta o seu contexto cultural. Contudo as verdades essenciais do Evangelho não mudam. Todas as coisas foram criadas por Ele e Ele sustém toda a Criação, assim a mensagem da Sua Graça redentora é aplicável a todos. Os factos que dizem respeito ao Seu nascimento virginal, à Sua vida sem pecado, à Sua morte sacrificial e em nosso lugar, à Sua ressurreição e à Sua ascensão à mão direita do Pai, e à gloriosa esperança da Sua vinda não devem ser de maneira alguma diluídos ou distorcidos.

Jesus não é apenas o Cristo, Ele é também “Deus e Salvador Cristo Jesus.” Esta é a espantosa e quase incompreensível verdade: Deus, Ele próprio, veio a este planeta na Pessoa do Seu único Filho. A encarnação e a completa divindade de Jesus são os pilares da Fé Cristã. Jesus Cristo não foi apenas um grande mestre ou um líder religioso santo. Ele era o próprio Deus em carne humana – completamente Deus e completamente Homem.

Jesus, Ele mesmo, afirmou frequentemente a Sua singularidade e a Sua natureza divina. Aos seus opositores declarou “(…)Antes que Abraão existisse Eu Sou.” Eles imediatamente reconheceram isto como uma clara reivindicação de divindade e tentaram apedrejá-Lo por blasfémia. Noutra ocasião Jesus declarou “Eu e o Pai somos um. ” . E mais uma vez os seus inimigos tentaram apedrejá-Lo “…pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.” Além disto Ele demonstrou também o poder de fazer coisas que só Deus pode fazer, tal como perdoar pecados. A acusação contra Ele no seu julgamento era que “… a si mesmo se fez Filho de Deus.” E quando Lhe perguntaram se era o Filho de Deus respondeu “vós dizeis que eu sou.”

Que provas Jesus ofereceu de que era verdadeiramente Deus tornado em forma humana?

Em primeiro lugar a prova da Sua Vida perfeita. Ele perguntava “quem dentre vós me convence de pecado?” E ninguém podia responder porque a Sua vida era perfeita. Aqueles que conspiraram para O levar a julgamento tiveram que fabricar falsas testemunhas para o acusarem, porque Ele era sem culpa. Ele pôde confrontar a fúria total da tentação de Satanás e não ceder ao pecado. Ele “…foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.”

Em segundo lugar a evidência do Seu Poder. O Seu poder era o Poder do Deus-Todo-Poderoso, o Poder que só Deus tem. Ele tinha Poder sobre as forças da Natureza. Ele podia acalmar tempestades no Mar da Galileia. Ele tinha Poder sobre doenças e enfermidades. Ressuscitou mortos, curou enfermos, restaurou vista a cegos e fez paralíticos andarem. Os Seus milagres eram um testemunho do facto de que Ele é o Senhor de toda a Natureza, “…pois Nele foram criadas todas as coisas… Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.”

Em terceiro lugar, a evidência do cumprimento da Profecia. Centenas de anos antes do Seu nascimento os profetas do Antigo Testamento referiram o local exacto onde Ele haveria de nascer , a maneira como morreria e como seria sepultado. Inumeráveis detalhes da Sua vida foram previstos pelos profetas, e em todos os casos as profecias foram cumpridas. É por isso que Jesus podia dizer aos confusos discípulos a caminho de Emaús: “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os Profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua Glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras.”

Em quarto lugar a prova da sua Ressurreição dos mortos. Jesus Cristo foi “…designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos.” Os fundadores das diferentes religiões do mundo viveram, morreram e foram sepultados; em alguns casos ainda é possível visitar os seus túmulos. Mas Cristo está vivo! A Sua ressurreição é um facto. O seu túmulo está vazio, e é uma prova convincente e central da Sua divina natureza, única, como Deus encarnado.

Em quinto lugar a prova das vidas transformadas. A História ilustra de uma maneira viva o que a Bíblia claramente afirma, “… enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto. Quem o conhecerá?” A educação e a disciplina não podem fazer mais do que polir as arestas do egoísmo humano. Somente Cristo, o divino Filho de Deus, tem o Poder de transformar o coração do homem. E Ele fá-lo. Cristo pode pegar na pessoa mais carregada de pecado, mais egoísta e perversa, e trazer-lhe perdão e uma nova Vida. A Bíblia diz: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” O Seu Poder para transformar o coração do Homem é uma prova adicional da Sua natureza divina.

Sim, Jesus Cristo é quem disse que é: o próprio Deus em forma humana. E esta é uma verdade crucial que fundamenta a realidade da nossa Salvação. Somente o divino Salvador poderia morrer como Sacrifício perfeito e completo pelos nossos pecados. Somente o divino Senhor nos poderia dizer como deveríamos viver. Somente o Filho de Deus ressurrecto e que ascendeu aos Céus é digno da nossa adoração e do nosso serviço. “Nós confessamos Jesus Cristo como Deus, nosso Senhor e Salvador.”

Durante o Seu tempo aqui na Terra, Ele foi Deus encarnado, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Ele é de eternidade a eternidade. Jesus Cristo, através da sua morte e ressurreição, tornou-se o Evangelho. Como Seus embaixadores nós temos de O representar total e verdadeiramente em toda a Sua plenitude. Menos do que isto desqualifica-nos da nossa bendita e santa chamada.

O Credo Niceno, que resultou do Concílio de Niceia em 325 d.C., afirmou que Ele é “Deus verdadeiro de Deus verdadeiro … de uma só substância com o Pai.”

Pela Fé Jesus torna-se no nosso Senhor e Salvador. Todo o Poder no Céu e na Terra Lhe foi dado. O presente sistema maligno mundial não reconhece o Seu senhorio; ainda está sob o poder enganador do príncipe deste mundo, Satanás. Mas aqueles em quem Jesus habita têm autoridade sobre o maligno e todos os seus demónios. O Apóstolo João declara “…maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.”

Portanto, apesar das nossas limitações humanas e até das nossas falhas como evangelistas, o Senhor está soberanamente a dirigir a Sua própria Obra redentora através do nosso evangelismo. E nós estamos ligados aos vastos recursos do Seu Poder não meramente para termos “o suficiente” nas nossas vidas e ministérios, mas para que “…em todas estas coisas, porém, sejamos mais que vencedores por meio Daquele que nos amou.” E tal como o contexto desta passagem inspiradora e encorajadora promete: Nada “…poderá nos separar do Amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Deus pode transformar as maiores tragédias em algo que seja para o nosso bem e para a Sua glória, porque “…sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.”

Porque Jesus é Salvador, Ele nos salva do castigo do pecado. Porque Ele é Senhor, Ele nos dá, pelo Seu Espírito Santo, o Poder sobre o pecado ao caminharmos com Ele diariamente. E algures no futuro nos levará para estarmos com Ele, longe da presença do pecado. Somente porque Jesus é Deus e nós O confessámos como Salvador e Senhor, pode Ele dar, e nós recebermos, os acima mencionados benefícios e esta abençoada segurança e esperança.

14 de março de 2012

Evangelização nos Hospitais sofre ataques


Ataque ao Evangelho nas Capelanias Evangélicas do CRT-AIDS e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas

A ACEH – Associação de Capelania Evangélica Hospitalar, na pessoa da Capelã Evangélica Eleny Vassão de Paula Aitken,  através das Capelanias Evangélicas do Centro de Referência (CRT-AIDS) e Treinamento em DST-AIDS e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo,  estão sendo atacadas com acusações difamatórias por militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais  e Travestis).
O ataque é feito  através dos artigos e comentários na Internet: “A HOMOFOBIA (INSTITUCIONAL) NOSSA DE CADA DIA”, de autoria do  Sr. Claudio Celso Monteiro Jr. e de outro, de autoria do Sr. Ricardo Aguieiras, intitulado “FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO INVADE HOSPITAIS BRASILEIROS”.  O último atinge também a Igreja Presbiteriana do Brasil e é feito a partir de um trecho do livro “A Missão da Igreja Frente a AIDS”, de autoria de Eleny, publicado há quase 20 anos pela Editora Cultura Cristã.  As denúncias contemplam  também acusações de “homofobia”, atendimento espiritual de maneira invasiva e sérias falhas em questões de biossegurança. 
O texto é ratificado através de acusações verbais levadas às Diretorias destes Hospitais pela Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania da cidade de São Paulo.
Cabe à Igreja Evangélica e à Sociedade Brasileira se manifestar, tanto em defesa deste ministério nos hospitais com uma história de 30 anos de atuação em mais de 200 hospitais brasileiros e em 13 outros países, como também em defesa  da liberdade de pensamento e expressão, da verdade e da apresentação do Evangelho em nosso país.   Dentro de poucos dias toda a Igreja Brasileira experimentará esta perseguição e violação aos Direitos de liberdade de pensamento, crença e expressão, se não reagir com agilidade e firmeza à agressão e ousadia destes grupos. “Para o triunfo do mal só é preciso que os homens de bem não façam nada”
(Edmund Burke). 

O Artigo 5º da Constituição, afirma que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade. A mesma Constituição afirma que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.  A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948,  expressa em seu Artigo 18 que todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião.  O Artigo 19 diz que toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
 Veja, AQUI, com que ousadia eles se organizam e lutam por aquilo que chamam de “seus direitos”,  enquanto limitam o direito dos outros.
Escreva para: elenyvassao@gmail.com . ; mariaclara@crt.saude.sp.gov.br  


Abaixo-assinado APOIO AO SERVIÇO DE CAPELANIA EVANGÉLICA
 
Para você que apoia nosso ministério e entende que deve se posicionar perante o ataque, faça parte do abaixo assinado no site da petição pública.Este abaixo assinado será encaminhado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Gov. do Estado de São Paulo.Para acessar o abaixo assinado click aqui.
“…agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra…” Atos 4:29
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