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10 de janeiro de 2012
O que penso sobre o BBB, poema do Pr. Ciro Zibordi
Ciro Sanches Zibordi - http://cirozibordi.blogspot.com
Vou lhe confessar uma coisa, caro leitor.
E espero que não fique decepcionado.
Mas lhe digo isso diante do Senhor.
Por BBB estou apaixonado.
Durmo pensando em BBB.
Acordo com BBB na mente.
BBB é tudo o que eu quero ver.
Afinal, eu sou crente!
Com BBB, não vejo o tempo passar.
É melhor do que estar com os amigos.
BBB me ensina a amar.
Afasta-me dos perigos.
Penso que BBB também é bom para você.
Sabia que pode mudar a sua história?
Mas cuidado com certo programa de TV.
Não perca a sua vitória!
Aliás, dizem que agora o programa é especial.
E abrirá a cabeça de muita gente.
A maioria da casa é homossexual.
Mas ela também conta com duas crentes!
Nosso Deus, que grande efervescência!
Isso para mim é jugo desigual.
Fujamos dessa tele-excrescência!
Ai dos que ao bem chamam mal.
Dizem que haverá evangelização.
Mas, como se dará isso?
Para mim, evangélicas ali é uma aberração.
Com essa mistura Deus não tem compromisso.
Então, por que disse que gosto de BBB?
Porque o meu programa é para salvo.
É big; e é para brothers de todo o Brasil, inclusive você.
Ele nunca nos faz errar o alvo.
Portanto, amigo leitor, não seja bobo!
Deus quer abençoar a sua vida!
Esqueça essa armadilha da Globo!
E pense em Bíblia, Bíblia, Bíblia!
5 de janeiro de 2012
2012: chegamos mesmo ao fim do mundo?
Pr.Geremias do Couto
Uma rápida olhada na história da Igreja revela que ela tem sido marcada por ênfase doutrinárias distintas ao longo de sua peregrinação. Os cristãos primitivos, por exemplo, tinham em alta conta a esperança do segundo advento de Cristo e muitos nutriam essa expectativa para aqueles dias.
Até mesmo quando Paulo trata das questões do casamento, em sua primeira carta aos coríntios, pressupõe o segundo advento (e fatos conexos) como algo que os interessados em contrair matrimônio não deveriam jamais relegar ao plano secundário, mas tê-lo em devida consideração em suas decisões conjugais, 1 Co 7.29-31.
A tônica das duas cartas de Paulo aos tessalonicenses é justamente sobre o segundo advento. Ao mesmo tempo em que mantém viva a esperança, o apóstolo corrige alguns equívocos em relação a essa doutrina singular do cristianismo, posto que, para muitos, ali, parecia que este evento teria sido já consumado.
Diferente das observações feitas aos coríntios, que pareciam pôr as questões da vida material como prioridade, o propósito paulino aqui era evitar que aqueles crentes, de um lado, se perdessem na vã idéia de que o evento se consumara, e de outro, adotassem postura alienada quanto a outros aspectos importantes da vida cristã, como se nada mais restasse senão aguardar o glorioso momento, 1 Ts 3.13-18; 2 Ts 2.1-3 (ARA). Mesmo assim, na primeira carta aos tessalonicenses, na forma em que escreveu, Paulo admite a possibilidade de estar entre os vivos por ocasião do segundo advento.
O fato é que outras ênfases doutrinárias surgiram nos séculos seguintes. O período posterior à ascensão de Constantino ao trono imperial foi marcado pela discussão trinitariana. Por cerca de 100 anos o tema ocupou as lides teológicas até que ficasse bem estabelecido o dogma da Trindade.
Esses diferentes enfoques, de uma época para outra (e de um lugar para outro, com frequência), podem ser explicados à luz das peculiaridades de cada momento histórico e de outras situações motivadoras que ensejam aos cristãos apegar-se a algum valor doutrinário que interaja com as expectativas próprias de cada período.
Essa é, portanto, a forma pela qual pode ser vista a crença firmemente arraigada entre muitos cristãos primitivos de que Cristo voltaria em sua geração. Era fruto, em primeiro lugar, de estarem próximos da época em que o Mestre viveu entre os homens. Os seus ensinamentos ainda estavam bem vívidos na mente dos fiéis. A promessa de que voltaria outra vez não estava num horizonte distante. Ainda podiam ouvi-la ressoar em seus ouvidos.
Outra razão tinha a ver com as intensas perseguições experimentadas pelos cristãos. Eles alimentavam a esperança de que o aguardado encontro com o Salvador fosse o glorioso desfecho para aquele inimaginável sofrimento. Tinham como certo que o segundo advento os livraria da tormenta. Tal como os heróis do Antigo Testamento, que morreram sem ver consumada a promessa da redenção, mas nem por isso perderam a fé, assim eram os crentes primevos: a esperança da restauração de todas as coisas estava cimentada em seus corações.
Já o enfoque trinitariano, nos idos do terceiro para o quarto século, foi o resultado da progressiva sistematização da ortodoxia teológica com o propósito de conter o avanço dos ventos heréticos. Era preciso dar consistência aos ensinamentos da Igreja, que alcançara as fronteiras do império romano e entrara numa era de ampla liberdade. Em contrapartida, deixara para trás uma fé simples e centrada na esperança do segundo advento.
A questão escatológica entrou outra vez em cena com cores fortes por volta do ano 1000. A expectativa da virada do milênio, aliada a interpretações distorcidas de algumas passagens bíblicas, levou muitos a acreditarem que estava prestes o fim do mundo. A mesma ênfase repetiu-se a partir do século XIX e tornou-se mais frequente à medida que se aproximava o ano 2000. A prova disso é que as três últimas décadas do século XX foram pródigas em literatura escatológica, na legítima tentativa de se interpretarem os sinais do fim dos tempos.
Mas houve muitos equívocos. A vinda de Cristo chegou a ser marcada algumas vezes pelas seitas apocalípticas e até mesmo um pseudo-versículo encontrou eco entre os desavisados: “De mil passarás, mas a dois mil não chegarás”. Houve até quem, baseado numa interpretação esdrúxula da visão que teve Daniel dos quatro animais, construiu um acróstico, com a primeira letra em português do nome de cada um deles, para afirmar que Lula era o anticristo.
A chegada do terceiro milênio trouxe outros enfoques, como fruto do labor teológico, para responder os desafios da pós-modernidade. É necessário, todavia, que uma coisa fique bem clara: nenhuma doutrina pode ser tratada de forma isolada do contexto das demais doutrinas bíblicas sob pena de perder o seu verdadeiro foco e gerar toda sorte de distorções.
Agora mesmo, o ano de 2012 traz uma série de expectativas desse gênero, como resultado da interpretação desastrada da “profecia” dos maia de que neste ano ocorreria o fim do mundo. Há diversos movimentos, ditos cristãos, mas de natureza heterodoxa, com previsões alarmantes para os próximos meses.
O “Creciendo em Gracia”, cujo fundador, José Luís de Jesus Miranda, considera-se a encarnação do Messias e, ao mesmo tempo, o anticristo, afirma que 2012 é o ano da transformação, em que o mundo se tornará “num autêntico paraíso", com data prevista para acontecer: 30 de junho. Já o movimento “Salvai Almas”, que se diz católico, fala de colapsos devastadores, que teriam início a partir de 23 maio, com a morte de mais da metade da população mundial antes do advento de Cristo, enquanto o Lar Lokkon Shôjo anuncia que “um tsunami irá inundar todas as cidades litorâneas do mundo... com dois terços da terra debaixo d’água” (veja aqui).
Como nos portarmos diante de “profecias” tão alarmantes, sem cair no ceticismo em relação à própria revelação bíblica, ou, por outro lado, sem nos tornarmos paranoicos em relação à própria vida?
Cabe ressaltar que o segundo advento continua sendo a maior esperança da Igreja o ápice de sua peregrinação histórica. É o coroamento de sua marcha desde o Pentecostes como agente do Reino de Deus na Terra. Isto não significa valorizar o segundo advento acima de outras verdades das Escrituras. Quem poderá, por exemplo, ter a garantia do encontro face a face com Cristo sem que primeiro passe pelos rudimentos da doutrina da salvação?
Mas o segundo advento não pode ser tomado como instrumento de pavor e alienação. Não pode ser instrumento de opressão religiosa. Não pode ser tratado com o sensacionalismo com que muitos escatólogos o tratam. Não pode tornar-se meio para servir aos interesses comerciais da hora em que filigranas teológicas são alçadas à condição de verdade absoluta e se perde o cerne da própria mensagem: a promessa de que, com a intervenção de Cristo, a história chegará ao ápice, com a restauração de todas as coisas.
O segundo advento é, portanto, certeza de descanso e segurança, e não instrumento para impor medo e manipular os fiéis. É mensagem positiva, e não negativa. É assegurar-se de que não é necessário entrar em pânico quanto ao amanhã. É ter como certo não precisar sair atrás de sensacionalismo, da especulação escatológica, à procura de “chifre em cabeça de cavalo”, com achados absurdos que não passam de fruto da imaginação criadora das pessoas. É ter a tranquilidade de não se alienar do mundo e viver segundo a mesma perspectiva de Cristo, que disse: “Meu pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando”.
Embora Eliseu ouvisse os filhos dos profetas anunciarem que Elias logo seria arrebatado, ele não se moveu atrás, mas seguiu em sua jornada até o rio Jordão. Ao retornar pelo mesmo caminho, após a singular experiência que presenciou, os mesmos filhos dos profetas lhe disseram que procuraria nas montanhas o "espírito" de Elias. Eliseu outra vez não se moveu. Ele estava seguro em sua fé e tinha a dimensão exata do que acontecera.
Em outras palavras, quem vive sob essa perspectiva, está seguro de sua fé, não se alarma com prognósticos sombrios ou mirabolantes, mas está de “malas prontas” para encontrar-se com Cristo no dia que se chama hoje.
Se esse dia ocorrer em 2012, não terá sido por causa de nenhuma profecia de qualquer um desses aventureiros. Terá sido em cumprimento à Palavra de Deus. Se não, também não perderemos a esperança: o dia chegará, segundo o que o Pai determinou em sua própria agenda.
31 de dezembro de 2011
2012 SE APRESENTA - MUITA TERRA PARA SER CONQUISTADA
MUITA TERRA PARA SER CONQUISTADA
Como pode o que fazemos ser medido?
E o que somos, como pode ser pesado?
Há espaço que ainda não foi possuído?
Há trabalho que ainda não foi completado?
Deus tem sido, com alegria, obedecido?
Como Cristo, é que de fato, tenho andado?
Que nenhum detalhe seja esquecido,
Tudo seja amplamente analisado,
Pra que eu chegue ao Senhor arrependido
E confesse, sem temor, todo pecado;
E que seja, em minha vida, refletido
O caráter de Jesus, Senhor Amado;
E que seja dois mil e dez percorrido
De tal modo que Deus seja exaltado!
Gilberto Celeti
Visite os blogs do autor: http://gilceleteopoesia.blogspot.com
http://criparacristo.blogspot.com/
19 de dezembro de 2011
Nasceu o Menino - Pregação do Pr. Sidnei Kauer para download
Vamos celebrar o Natal? Enfim, que podemos ou não nessa data? Honre ao Senhor e dê a Ele muito mais do que a manjedoura...
Conheça e baixe muitas outras pregações do Pr. S.B. Kauer no site: http://newsbkauer.blogspot.com
14 de dezembro de 2011
Em visita ao Brasil, Pastor fala sobre o “Ide” e afirma: “uma ovelha perdida frequenta lugares de ovelhas perdidas”
O pastor David Pierce fundou nos anos 1980 a Steiger Internacional, para pregar o evangelho em Amsterdam, capital da Holanda, e mundialmente famosa pela forte presença do anarquismo e prostituição, além de locais para uso de drogas.
Desde o final do mês de Novembro, David realiza palestras e ministrações sobre missões urbanas, na igreja “A Casa da Rocha”, fundada por Zé Bruno, integrante da Banda Resgate e ex-bispo da Igreja Renascer. Em uma de suas palestras, David afirmou que o evangelho deve ir onde as pessoas que precisam ouvi-lo estão: “Eu acredito que uma ovelha perdida frequenta lugares de ovelhas perdidas”.
Em todo mundo, por onde o pastor David Pierce vai, ele leva a banda NLM (No Longer Music), como forma de conseguir acesso a festas e shows onde existam pessoas viciadas ou em promiscuidade.
Na página da igreja “A Casa da Rocha” no Facebook, o jovem Daniel Machado Rezende afirmou essas missões devem ser parte da vida de todos os cristãos: “O que o David Pierce falou hoje precisa ser realidade na vida de todos. Mais ainda nós que somos jovens”.
Aqui no Brasil, a Steiger possui ligações com o projeto 242, que através de jovens músicos, artistas, atores e comunicadores leva o evangelho aos lugares onde ficam usuários de drogas, prostitutas e moradores de rua, segundo o Gospelprime.
David contou em seu testemunho que esteve recentemente no Oriente Médio e ao pregar o evangelho em um evento, os integrantes de uma banda chamada “Necrofilia” se converteram e decidiram mudar o nome da banda.
Fonte: Gospel+
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